No rescaldo dos Jogos Europeus 2023, em Cracóvia, na Polónia, conclui-se que Portugal teve a edição mais bem sucedida de sempre com três ouros, sete pratas e seis bronzes. Até agora, a edição mais valiosa tinha sido em Minsk 2019, com 15 medalhas.
Uma ‘jornada’ que começou com o bronze da karateca Ana Cruz, seguindo-se outro terceiro lugar, da canoísta Francisca Laia, em K1 200 metros, distância que deu ao País o primeiro ouro, de Messias Baptista, novo campeão da Europa.
No atletismo, Auriol Dongmo atirou para o ouro no lançamento do peso, João Coelho foi prata nos 400 metros e Isaac Nader também conseguiu ser segundo nos 1.500 metros, encerrando o pecúlio de pódios da modalidade, conseguidos em Chorzow. De volta à canoagem, Fernando Pimenta foi prata no K1 500 metros e Kevin Santos e Teresa Portela sagraram-se campeões da Europa em K2 200 metros.
No muaythai, Gonçalo Noites e Matilde Rodrigues conseguiram pratas, enquanto a dupla Miguel Oliveira e Afonso Fazendeiro garantiu um bronze para Portugal no padel.
No dia 27 de junho, Marcos Freitas conseguiu ser vice-campeão do torneio de singulares masculinos de ténis de mesa, no mesmo dia em que Miguel Frazão surpreendeu com a prata no torneio de espada, na esgrima.
Depois dos dois pódios das equipas femininas de ténis de mesa e futebol de praia, ainda surgiu o bronze, por equipas em fosso olímpico, no tiro com armas de caça. O que permitiu a Portugal superar o desempenho de Minsk’2019, até aqui a mais bem sucedida missão lusa.
Aí, foram três ouros, seis pratas e seis bronzes, ou seja, uma prata a menos, pelo que esta é, em termos de medalhas, a mais valiosa edição para Portugal.
A terceira edição dos Jogos Europeus terminou este domingo em Cracóvia e na região polaca de Malopolska, com 30 modalidades no programa e 48 países participantes, incluindo Portugal, que contou com uma delegação com mais de duas centenas de atletas.
Imagens: Giancarlo Colombo/FPA
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